Ai Ai...

Não há como não ficar cansada após uma viagem de nove horas em ônibus convencional. Por isso a viagem de Videira – Porto Alegre – Videira, com a Unesul, não chega a ser um passeio completo. E olha que as condições do transporte melhoraram bastante para quem consegue um banco no primeiro ônibus. Já no reserva, relembrar é viver... Mesmo assim, não há conforto ao longo desses quase 500 quilômetros que me separam da terra natal.
Pelo sim e pelo não, cheguei bem e feliz. Eram 5h39 quando o celular tocou e meu irmão perguntou em que ponto estava. Desorientada, porque usava minha viseira de “Estrela Descansando”, localizei-me rapidamente e disse: “Estou em Canoas”, após identificar a praça do avião. Seis minutos depois desembarcava na Estação Rodoviária Veppo de Porto Alegre, escabelada – muito mais que o normal -, com os glúteos doloridos, mas bem feliz, mesmo sendo sábado de manhã.
Às 6h10 eu já tinha o bilhete de volta e às 6h30 estava a mesa, com minha mãe, tomando café e jogando conversa fora, controlando-me para não sair ligando para as pessoas antes das 8 horas da manhã. Feita a programação matutina, que era destinada a passeios pela cidade com a minha mãe e tias, fomos saracotear pelas feiras de artesanato e roupas de POA. Claro que já sei que minha mãe me dará um vestido de hippie que experimentei, barganhei e reservei para que ela apenas pegasse a vestimenta (pagasse) e embalasse para mim, porque a “mamãe Noel” negou o celular Sony Ericson.
A tarde foi de mais conversinha, descanso e preparativos para a noite. Afinal, um encontro das gurias super poderosas merece atenção. A conversa leve, regada a cervejas encorpadas, que merecem um post exclusivo e com riqueza de detalhes, foi a pedida da noite que encerraria o primeiro dia do final de semana em casa. Acabada, volto para casa já me preparando para o dia de domingo. E ele foi a comemoração informal do sagitariano aí de baixo. Manhã em casa, de lidas domésticas, churras, cerveja, mais comida, mais cerveja, e companhia para assistir ao jogo do Grêmio. Ta, vou esclarecer... Meu pai e irmão são gremistas, eu apenas sou uma colorada comprada que recebe outra colorada em casa para fofocar e por a conversa em dia, enquanto o marido se desespera ao lado dos outros dois tristes torcedores... C’est la vie! Afinal, éramos sul-americanas. Para encerrar o dia, desci para a casa da Erenice, encontrinho agendado há mais de um mês e cheio de confissões divertidas e de auto-ajudas. De barriga cheia, bem cheinha, e a mente leve de tanto riso (mesmo com nossas tragédias românticas...) voltei para casa, de madrugada...
Como não sou de ferro, ontem fiquei até às 9 horas na cama (entenda-se o chão da sala), para depois fazer as tradicionais compras e preparar o almoço. Com o Alexandre, a conversa e o encontro ansioso não foi possível. Seus compromissos familiares o impediram de muito riso, conselhos (mútuos), cafés e coisa e tal. Esperava que conseguisse pelo menos uma meia hora antes do embarque, no café da rodoviária, mas ele não deu sinal de vida, como havia prometido. A surpresa da noite foi a visita “the flash” da Mirela. Mas o cansaço físico era tanto, que nem pude dar atenção a ela. Tinha que pensar em não esquecer nada, principalmente os óculos, o celular, a cam e o Lacraia, e até que fui vitoriosa. Deixei apenas uma calcinha fio dental e o bife que havia comprado e congelado para não ter que sair pela manhã e comprar o almoço... Ainda bem que fui convidada para o rango com os muçulmanos, em comemoração ao Dia do Sacrifício. Aí fui né... (risos).
Para encerrar, estava tão cansada, que entrei no ônibus às 8h45, me ajeitei, e comecei a assistir ao filminho que passava no DVD do busão. Até que era legal, mas o final eu nunca vou saber, pois peguei no sono e só abri os olhinhos para comer e fazer xixi, duas horas depois... Para em seguida dormir novamente. Mesmo assim, valeu a pena, tudo!
Pelo sim e pelo não, cheguei bem e feliz. Eram 5h39 quando o celular tocou e meu irmão perguntou em que ponto estava. Desorientada, porque usava minha viseira de “Estrela Descansando”, localizei-me rapidamente e disse: “Estou em Canoas”, após identificar a praça do avião. Seis minutos depois desembarcava na Estação Rodoviária Veppo de Porto Alegre, escabelada – muito mais que o normal -, com os glúteos doloridos, mas bem feliz, mesmo sendo sábado de manhã.
Às 6h10 eu já tinha o bilhete de volta e às 6h30 estava a mesa, com minha mãe, tomando café e jogando conversa fora, controlando-me para não sair ligando para as pessoas antes das 8 horas da manhã. Feita a programação matutina, que era destinada a passeios pela cidade com a minha mãe e tias, fomos saracotear pelas feiras de artesanato e roupas de POA. Claro que já sei que minha mãe me dará um vestido de hippie que experimentei, barganhei e reservei para que ela apenas pegasse a vestimenta (pagasse) e embalasse para mim, porque a “mamãe Noel” negou o celular Sony Ericson.
A tarde foi de mais conversinha, descanso e preparativos para a noite. Afinal, um encontro das gurias super poderosas merece atenção. A conversa leve, regada a cervejas encorpadas, que merecem um post exclusivo e com riqueza de detalhes, foi a pedida da noite que encerraria o primeiro dia do final de semana em casa. Acabada, volto para casa já me preparando para o dia de domingo. E ele foi a comemoração informal do sagitariano aí de baixo. Manhã em casa, de lidas domésticas, churras, cerveja, mais comida, mais cerveja, e companhia para assistir ao jogo do Grêmio. Ta, vou esclarecer... Meu pai e irmão são gremistas, eu apenas sou uma colorada comprada que recebe outra colorada em casa para fofocar e por a conversa em dia, enquanto o marido se desespera ao lado dos outros dois tristes torcedores... C’est la vie! Afinal, éramos sul-americanas. Para encerrar o dia, desci para a casa da Erenice, encontrinho agendado há mais de um mês e cheio de confissões divertidas e de auto-ajudas. De barriga cheia, bem cheinha, e a mente leve de tanto riso (mesmo com nossas tragédias românticas...) voltei para casa, de madrugada...
Como não sou de ferro, ontem fiquei até às 9 horas na cama (entenda-se o chão da sala), para depois fazer as tradicionais compras e preparar o almoço. Com o Alexandre, a conversa e o encontro ansioso não foi possível. Seus compromissos familiares o impediram de muito riso, conselhos (mútuos), cafés e coisa e tal. Esperava que conseguisse pelo menos uma meia hora antes do embarque, no café da rodoviária, mas ele não deu sinal de vida, como havia prometido. A surpresa da noite foi a visita “the flash” da Mirela. Mas o cansaço físico era tanto, que nem pude dar atenção a ela. Tinha que pensar em não esquecer nada, principalmente os óculos, o celular, a cam e o Lacraia, e até que fui vitoriosa. Deixei apenas uma calcinha fio dental e o bife que havia comprado e congelado para não ter que sair pela manhã e comprar o almoço... Ainda bem que fui convidada para o rango com os muçulmanos, em comemoração ao Dia do Sacrifício. Aí fui né... (risos).
Para encerrar, estava tão cansada, que entrei no ônibus às 8h45, me ajeitei, e comecei a assistir ao filminho que passava no DVD do busão. Até que era legal, mas o final eu nunca vou saber, pois peguei no sono e só abri os olhinhos para comer e fazer xixi, duas horas depois... Para em seguida dormir novamente. Mesmo assim, valeu a pena, tudo!
Comentários
No começo qnd vim embora pra cá tb era assim...tinha que sair com toda a galera, e nem dava tempo de ver todo mundo. Agora estou mais light e como vou sempre meu pai até fala que nem dá tempo de sentir a minha falta que eu já estou aparecendo de novo em casa....vixi!!!!
Beijão
Ah! vim buscar um selinho q vc me presenteou enquanto eu estava de "férias", mas não o encontrei. Quero o meu selinho já!
Beijos, minha querida carvãozinho,
Inês
p.s. essa da viseira de "estrela descansando" só podia vir de você, haha!!!! adorei!