Fragmento
A Semana
Minhas noites no hospital eram as ímpares. Terça (27), quinta (29) e sábado (1º). Depois de ficar mais de 12 horas de plantão no domingo, sendo que desse tempo, seis horas foi o tempo da cirurgia; passar a segunda de plantão com minha mãe, como ela ficava todos os dias, na terça fui cuidar de mim.
Nesse dia também era o dia de jogo do Brasil (Brasil x Ghana) e, como sempre, fiz minha torcida contra, hehehe. Não deu certo. Mas depois fui ao centrão de Porto Alegre. Foi quando comecei a organizar minhas coisas para trazer para Videira. No final da tarde fui para o hospital fazer o meu turno. Foi uma noite mal dormida, das 4 às 7 horas da manhã, pq no início da noite não houve sono, só companhia ao velho, que tinha viagens psicológicas por conta da morfina – juro que pensei em começar a comercializar o negócio, dá barato mesmo, além de passar a dor.
O restante da semana não foi diferente. Entre hospital, centrão, um pouco de internet, houve também os almoços com o César, maravilhosos, a visita da Karen, animadora, e os telefonemas do resto do povo. Por esses motivos é que eu valorizo meus amigos, que sempre que preciso, ou não, estão por perto. Que mesmo estando distantes deles, ao voltar à terrinha, sou acolhida como se tivesse me despedido no dia anterior.
Na sexta-feira fui para à aula e, mais uma vez, foi maravilhoso encontrar minhas colegas amigas. Foi aniversário da (Si)Moni na sexta e fomos recebidos muito bem por ela e a família. Pena que o meu cansaço físico não me permitiu fazer a noitada de despedida com o Paulo e o Rafa, mas não vai faltar oportunidades, já que sei o endereço santamariense.
No sábabo, mais fotos marcaram o dia, ritmo de despedida mesmo. Tá, mesmo cansada dessas viagens intermináveis entre Videira/SC e Santa Cruz/RS, vou sentir falta da rotina da pós. Por enquanto ainda n. Ainda tenho o estágio e trabalhinhos para entregar. Putz... Hehehe.
Minhas noites no hospital eram as ímpares. Terça (27), quinta (29) e sábado (1º). Depois de ficar mais de 12 horas de plantão no domingo, sendo que desse tempo, seis horas foi o tempo da cirurgia; passar a segunda de plantão com minha mãe, como ela ficava todos os dias, na terça fui cuidar de mim.
Nesse dia também era o dia de jogo do Brasil (Brasil x Ghana) e, como sempre, fiz minha torcida contra, hehehe. Não deu certo. Mas depois fui ao centrão de Porto Alegre. Foi quando comecei a organizar minhas coisas para trazer para Videira. No final da tarde fui para o hospital fazer o meu turno. Foi uma noite mal dormida, das 4 às 7 horas da manhã, pq no início da noite não houve sono, só companhia ao velho, que tinha viagens psicológicas por conta da morfina – juro que pensei em começar a comercializar o negócio, dá barato mesmo, além de passar a dor.
O restante da semana não foi diferente. Entre hospital, centrão, um pouco de internet, houve também os almoços com o César, maravilhosos, a visita da Karen, animadora, e os telefonemas do resto do povo. Por esses motivos é que eu valorizo meus amigos, que sempre que preciso, ou não, estão por perto. Que mesmo estando distantes deles, ao voltar à terrinha, sou acolhida como se tivesse me despedido no dia anterior.
Na sexta-feira fui para à aula e, mais uma vez, foi maravilhoso encontrar minhas colegas amigas. Foi aniversário da (Si)Moni na sexta e fomos recebidos muito bem por ela e a família. Pena que o meu cansaço físico não me permitiu fazer a noitada de despedida com o Paulo e o Rafa, mas não vai faltar oportunidades, já que sei o endereço santamariense.
No sábabo, mais fotos marcaram o dia, ritmo de despedida mesmo. Tá, mesmo cansada dessas viagens intermináveis entre Videira/SC e Santa Cruz/RS, vou sentir falta da rotina da pós. Por enquanto ainda n. Ainda tenho o estágio e trabalhinhos para entregar. Putz... Hehehe.

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